Nada do que eu fiz pode ser mudado, nenhuma impressão que já deixei para alguém que se foi. Meu presente tem me tido ausente, penso tanto no futuro que quando o mesmo acontece, se torna logo idêntico ao passado. As mudanças são condicionais, já não me faltam motivos, somente ações. Minhas alterações de humor, minhas oscilações do querer e não querer, me confundem e se confundem com nem sei o que.
Errei, erro, errarei. Até quando? Não sei. Frustrar-me-ei, mas isso não me impedirá de ver o quão bela é a solução, o resultado, o alívio da escolha inerente apenas à mim.
Pertinente à quem me cerca, aquém me seca, me satura, me tira as vontades e as esperanças. A pontuação sou eu quem uso, cabe à mim aceitar a interrogação, ser reticente ou com indignação, utilizar exclamação... Mas o que ainda me falta é o ponto final, ao final.